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SOBRE OS SELOS
Na mini-folha, o artista apresenta oito espécies de animais peçonhentos,
sendo quatro espécies de serpentes mais representativas como a
cascavel, do gênero Crotalus que, quando excitada denuncia sua presença
pelo ruído característico do guizo ou chocalho; a jararaca,
do gênero Bothrops, que habita principalmente zonas rurais e periferias
de grandes cidades, apresenta comportamento agressivo quando se sente
ameaçada, desferindo botes sem produzir ruídos; a coral,
do gênero Micrurus, apresenta anéis vermelhos, pretos e brancos
em qualquer tipo de combinação e a surucucu, do gênero
Lachesis, a maior das serpentes peçonhentas das Américas,
atingindo até 3,5m. Do gênero Artrópodes foram focalizadas
as espécies Phoneutria , conhecida como aranha armadeira, em que
os acidentes ocorrem freqüentemente dentro das residências
e nas suas proximidades e a Tityus bahiensis, conhecida como escorpião
marrom, que vivem em cupinzeiros, barrancos, sob pedras, troncos caídos,
materiais e construções etc. Adaptam-se bem ao ambiente
doméstico. Do gênero das lagartas foram focalizadas a Dirphya
sp., que possui no dorso cerdas urticantes em forma de espinhos e a Megalopyge
sp que possui pelos dorsais longos e sedosos de colorido variado,
camuflando as verdadeiras cerdas pontiagudas e urticantes. Em segundo
plano, em cada selo é apresentada a imagem do prédio do
Instituto Butantan. Foi utilizada a técnica de aquarela.
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