Portal dos Correios

Conquistas

Tênis

2017

 
-  Renovação do certificado Ouro de capacitação da ITF por mais quatro anos;

- Paula Vieira Souza foi promovida a Gold Badge como Juíza de Cadeira, se tornando a primeira mulher na América Latina a alcançar esta certificação, obtida por apenas nove mulheres no mundo;

- Rogério Dutra Silva foi campeão dos Challengers de Santiago e da Cidade do Panamá, em simples, e campeão do ATP 250 de São Paulo e quadrifinalista de Roland Garros, nas duplas;

- Thomaz Bellucci foi vice-campeão do ATP 250 de Houston;

- Marcelo Melo duplista terminou como número 1 do mundo no ranking individual de duplas e como parceria número 1 do mundo ao lado do polonês Lukasz Kubot;

- Marcelo Melo conquistou seis títulos (Wimbledon, Masters 1000 de Miami, Masters 1000 de Madrid, Masters 1000 de Paris, ATP 500 de Halle e ATP 250 de s-Hertogenbosch);

- Marcelo Melo e o polonês Lukasz Kubot também foram eleitos campeões mundiais ITF 2017 em dupla masculina;

- Bruno Soares ao lado do parceiro Jamie Murray, foi campeão do ATP 500 de Acapulco, do ATP 500 de Londres e do ATP 250 de Stuttgart;
 
- O duplista Marcelo Demoliner teve uma boa temporada, conquistando quatro vice-campeonatos, no ATP 500 de Vienna, no ATP 250 de Chengdu, no ATP 250 de Lyon e no ATP 250 de São Paulo e terminou como número 34 no ranking de duplas da ATP;

- O duplista André Sá, foi campeão no ATP 250 de São Paulo e vice no ATP 250 de Eastbourne;
 
- O duplista gaúcho Fabrício Neis foi campeão dos Challenger de Marburg, Campinas e Rio de Janeiro;

- O duplista carioca Fabiano de Paula foi campeão dos Challengers de Biella e Buenos Aires;

- Outro duplista carioca, Fernando Romboli, foi campeão do Challenger de Montevideo;
 
- Beatriz Haddad Maia teve a melhor temporada de sua carreira e terminou o ano como número 71 no ranking do WTA;

- Beatriz Haddad Maia, de 21 anos, foi campeã do ITF de Clare e do ITF de Cagnes-sur-mer, vice-campeã do WTA de Seul, semifinalista no WTA de Bol e quadrifinalista no WTA de Praga;

- Thiago Wild foi campeão no Sul-Americano GB1, na Argentina, e no Torneo "Città Di Santa Croce" Mauro Sabatini, na Itália. O tenista de 17 anos e número 1 juvenil nacional, também conquistou o Future US$ 15 mil de Antalya, na Turquia;

- No Tênis em Cadeira de o catarinense Ymanitu Silva tornou-se o primeiro brasileiro a se classificar para o NEC Wheelchair Tennis Masters, na Inglaterra, que reuniu os seis melhores tenistas cadeirantes no fim da temporada, e encerrou o ano como número oito do mundo na categoria Quad.

- Em 2017, Mani conquistou seis títulos e cinco vice-campeonatos. O paratleta sagrou-se campeão no Open de Vendee (simples e duplas), no Israel Open (simples), no Tennis Canada International Champs, (simples), na Prague Cup (duplas) e no Bath Indoor Tournament (duplas).

- No Beach Tennis foram mais de trinta títulos no circuito mundial da ITF conquistados por grandes nomes de nossa modalidade como Joana Cortez, Rafaella Miiller e Vini Font.

2013

Gabriela Cé

- Brasil é vice-campeão no Sul-Americano de 14 anos em Lima;

- Brasil é tricampeão Sul-Americano da categoria 16 anos feminino em La Paz;

- Geração de juvenis masculino e feminino atinge suas melhores marcas e títulos internacionais;

- Brasil foi campeão mundial na modalidade Beach Tennis por equipes pela primeira vez, além de vencer todas as categorias do Campeonato Pan-Americano da modalidade.

- As brasileiras Joana Cortez e Samantha Barijan atingiram o posto de número 1 do mundo no Beach Tennis, reforçando o Brasil como uma ConquistaTenis1potência mundial.

- Brasil tem a 2ª melhor dupla de tênis do mundo, com os atletas Bruno Soares e Marcelo Melo atingindo os melhores rankings da carreira, terminando a temporada como 3º e 5º melhores duplista do mundo na ATP, respectivamente;

- Bruno Soares e Marcelo Melo são contemplados em 2013 com o Bolsa Atleta Pódio, programa que faz parte do Plano Brasil Medalhas Rio 2016;

- Teliana Pereira quebra jejum brasileiro de 23 anos e recoloca uma representante feminina do Brasil entre as 100 melhores do mundo, fechando a temporada como 97ª do mundo;ConquistaTenis2

- Teliana Pereira se torna a primeira brasileira a disputar um Grand Slam após 21 anos e entra na chave principal do Australian Open, primeiro Grand Slam da temporada de 2014;

- Bruno Soares foi o vencedor do Prêmio Tênis 2013 e do Prêmio Brasil Olímpico em votação realizada pelo Comitê Olímpico Brasileiro;

2012

- Retorno ao Grupo Mundial da Copa Davis, o que não ocorria desde 2003;

- O Time Correios Brasil ganhou o Campeonato Sul-americano das categorias de base de 12 anos - Masculino, 14 anos - Masculino e 16 anos - Masculino e Feminino;

- O Time Correios Brasil conquistou a terceira colocação no Campeonato Mundial da categoria 16 anos - feminino da modalidade;

- A tenista Bia Maia Haddad disputou a final juvenil de duplas em Roland Garros, o Grand Slam Francês, obtendo o vice-campeonato;

- Beatriz Haddad Maia e Laura Pigossi deixaram o Brasil com duas jogadoras entre as 20 melhores juvenis do mundo pela primeira vez no tênis feminino;

- O tenista mineiro Bruno Soares se destacou realizando uma das melhores temporadas da carreira, conquistando o título de duplas mistas do US Open, o Grand Slam americano;

- Três árbitros brasileiros representaram o Brasil nos Jogos Olímpicos de Londres.

Conquistas de 2008 a 2011
- Três jogadores brasileiros entre os 100 melhores do Ranking mundial, fato que não ocorria desde 2003;

- Um jogador considerado o melhor do mundo na categoria infanto juvenil;

- Um jogador campeão do Auastralian Open, Título Inédito para o Brasil nos Grand Slams Juvenis;

- Um jogador alcança a 21ª posição no ranking mundial na categoria profissional (2º melhor resultado da história do Tênis do Brasil);

- Seleção feminina 14 anos campeã sul americana;

- Em 2009 e 2010 o Brasil bateu o recorde de número de atletas com pontos no ranking mundial masculino, chegando a 86 atletas;

- Dois jogadores de duplas entre os 05 melhores do mundo em 2010 e 2011, chegando a melhor marca de toda a história do Tênis nacional;

- Com a parceira a CBT consegue montar a 1ª seleção brasileira permanente da história do tênis do Brasil, reunindo e apoiando os 10 melhores atletas profissionais masculinos e as 04 melhores atletas femininas;

- O Brasil é o segundo maior calendário de torneio Futures (primeira etapa do circuito profissional mundial);

- Duplicação do número de Challengers, tornando-se o maior calendário sul americano neste nível;

- Crescimento de 30% na capacitação de professores - maior pólo de capacitação do mundo;

- 2º maior calendário de torneio futures masculino do mundo (só perde para a Espanha);

- Número federados antes do patrocínio: 5.000 e após o patrocínio 25.000

Natação

RevezamentoMasculino- 9 medalhas olímpicas desde o patrocínio dos Correios, contra as quatro que a natação obteve nos 68 anos anteriores de história de participação do Brasil nos Jogos Olímpicos;

- 133 medalhas nas edições dos Jogos Pan-Americanos realizados durante o período de patrocínio sendo:
    - 36 medalhas de ouro;
    - 41 de prata;
    - 56 de bronze.

- 15 medalhas (Oito de ouro, uma de prata e seis de bronze) conquistadas na vigência do patrocínio dos Correios no Mundial dos Esportes Aquáticos, principal competição da Federação Internacional de Natação - FINA. Antes da entrada da empresa na modalidade, o Brasil tinha apenas duas medalhas (uma de ouro e uma de bronze) no Mundial da FINA.

O Mundial dos Esportes Aquáticos de 2013 deram ao Brasil o melhor resultado de todos os tempos na história da competição.

Medalhas da Natação no Mundial de 2013 - Barcelona

Ouro = Cesar Cielo - 50m borboleta
Ouro = Cesar Cielo - 50m livre
Bronze = Felipe Lima - 100m peito
Bronze = Thiago Pereira - 200m medley
Bronze = Thiago Pereira - 400m medley

- 31 medalhas no Mundial em Piscina Curta da FINA (25 m). O Mundial foi criado em 1993, quando os Correios já eram patrocinadores do esporte. A lista é dividida em:

    - 12 medalhas de ouro;
    - 07 de prata;
    - 12 de bronze;

- 08 medalhas (uma de ouro, quatro de prata e três de bronze) no Mundial Júnior da Federação Internacional de Natação. Competição idealizada e sugerida à FINA pelo Brasil, que teve sua primeira edição em 2006.

Maratonas Aquáticas

A maratona aquática é um dos esportes que mais crescem no mundo. O esporte apesar de ser praticado há muitas décadas é recente no programa das principais competições mundiais. Em 2007 estreou nos Jogos Pan-Americano e em 2008 entrou nos Jogos Olímpicos.

As atletas Poliana Okimoto e Ana Marcela Cunha figuram sempre entre as oito primeiras das grandes competições colocando o Brasil está numa ótima posição entre as principais nações da modalidade.

- 03 medalhas nos Jogos Pan-Americanos (uma de prata e uma de bronze no Rio de Janeiro 2007 e uma de prata em Guadalajara 2011).

- 07 medalhas no Mundial dos Esportes Aquáticos da FINA.

Títulos do Brasil em Mundiais da FINA

2009 - Roma - Poliana Okimoto - 5km - 3º lugar
2011 - Xangai - Ana Marcela - 25km - 1º lugar
2013 - Barcelona - Poliana Okimoto - 10km - 1º Lugar
2013 - Barcelona - Ana Marcela Cunha - 10km - 2º lugar
2013 - Barcelona - Poliana Okimoto - 5km - 2º lugar
2013 - Barcelona - Ana Marcela Cunha - 5km - 3º lugar
2013 - Barcelona - Allan do Carmo, Poliana Okimoto, Samuel de Bona - Revezamento 5km - 3º lugar

Títulos do Brasil na Copa do Mundo de Maratona Aquática da FINA

2007 - Poliana Okimoto - 3º lugar
2008 - Ana Marcela - 3º lugar
2009 - Poliana Okimoto - 1º lugar
2009 - Allan do Carmo - 2º lugar
2010 - Ana Marcela - 1º lugar
2012 - Ana Marcela - 1º lugar
2012 - Allan do Carmo - 3º lugar

Saltos Ornamentais

Cesar Castro- 06 medalhas (três de prata, três de prata e três de bronze) nos Jogos Pan-Americanos. O esporte subiu ao pódio da principal competição da Américas apenas após o patrocínio dos Correios, na edição de Santo Domingo, em 2003, com Juliana Veloso (prata na plataforma e bronze no trampolim de 3 metros) e Cassius Duran (prata na plataforma).

- Uma final (Cesar Castro) e duas semifinais (Juliana Veloso) Olímpicas nos Jogos de Atenas, em 2004.

- O1 medalha de prata no Mundial Júnior da Federação Internacional de Natação - FINA, com Hugo Parisi, em 2002.

- 01 medalha de ouro, com Cesar Castro, no Grand Prix da Federação Internacional de Natação - FINA em Porto Rico (2013).

Nado Sincronizado

Conquista Nado Sincronizado- Desde que os Correios atuam no patrocínio do esporte, o Nado Sincronizado do Brasil já faturou sete medalhas de bronze em Jogos Pan-Americanos (por equipe em Winnipeg 1999, em equipe e dueto nos Jogos de Santo Domingo 2003, Rio de Janeiro 2007 e Guadalajara 2011);

- Antes dos Correios, o esporte tinha uma medalha de bronze por equipe, na edição de São Paulo 1963.

- A modalidade também subiu posições no ranking internacional e hoje figura entre as 12 melhores equipes do mundo nas principais competições internacionais;

Polo Aquático

Izabella Chiappini- 08 medalhas (três de prata e cino de bronze) tem o Polo Aquático brasileiro na era de patrocínio dos Correios. Antes o país possuía cinco pódios, sendo que um de ouro, na edição realizada em São Paulo, em 1963.

- Foi o primeiro dos esportes aquáticos a conquistar uma medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos, no edição realizada em São Paulo, em 1963.

Conquistas 2017

Mundial de Budapeste:

- Etiene Medeiros – ouro nos 50m costas
- João Gomes Júnior – prata nos 50m peito
- Bruno Fratus – prata nos 50m livre
- Nicholas Santos – prata nos 50m livre
- Revezamento 4x100m livre – prata.

 

Etapas da Copa do Mundo

- Nelson Junior – bronze nos 50m costas nas etapas de China e do Catar.
- Etiene Medeiros – prata nos 50m costas na etapa de Tóquio.
- Revezamento 4x50m medley misto – bronze na etapa de Tóquio.

 

Maratona Aquática

- Ana Marcela Cunha foi eleita a melhor atleta do ano pela FINA,
- Ana Marcela Cunha – bronze nos 10 km, bronze nos 5km e ouro nos 25km no Mundial de Budapeste

 

Circuito Mundial

- Poliana Okimoto – prata em Viedma, Argentina.
- Viviane Jungblut – prata em Setúbal, bronze no Canadá, bronze em Chun’an.
- Ana Marcela Cunha – prata e ouro no Canadá, ouro em Chun’an, prata em Hong Kong.
- Allan do Carmo – prata em Chun’an, bronze em Hong Kong.
- Fernando Ponte – bronze em Chun’an.

 

Nado Artístico

- Destaque de 2017 foram os duetos formados por Giovana Stephan e Renan Alcântara, e Maria Clara Lobo e Luisa Borges, no Mundial de Budapeste.
- O dueto misto do Flamengo foi, pela primeira vez, finalista de um Campeonato Mundial.

 

Sul-Americano

- Julia Catharino – ouro no solo juvenil.
- Julia Catharino e Rafaela Garcia – ouro no dueto juvenil.
- Equipe juvenil – ouro.
- Ana Giulia Veloso – ouro no solo júnior.
- Ana Giulia Veloso e Laura Miccuci – ouro no dueto júnior.
- Equipe júnior – ouro.

 

Saltos Ornamentais

- Ingrid Oliveira – bronze no Grand Prix de Porto Rico

 

Grand Prix de Bolzano

- Tammy Galera e Luana Lira – bronze no trampolim de 3 metros sincronizado.
- Ingrid Oliveira – prata na plataforma
- Isaac Souza – ouro na plataforma.
- Tammy Galera – bronze no trampolim de 3 metros.
- Tammy Galera e Ian Matos – prata no trampolim 3 metros misto.

 

Campeonato Sul-Americano Juvenil

- Plataforma - feminino - grupo A
- Raiana da Silva - ouro
- Plataforma - feminino - grupo A
- Isaac Souza - ouro
- Trampolim sincronizado de 3 metros misto
- Luis Felipe Moura e Anna Lucia dos Santos - bronze.
- Trampolim de 1 metro feminino - grupo A
- Anna Lucia dos Santos - ouro.
- Trampolim de 1 metro masculino - grupo A
- Isaac Souza - prata.
- Trampolim de 1 metro feminino - grupo B
- Rebeca Maria - ouro.
- Trampolim de 1 metro masculino - grupo B
- Kawan Pereira - ouro.
- Luis Felipe Moura - bronze.
- Trampolim de 1 metro masculino - grupo C
- Rafael Araújo - ouro
- Rafael de Almeida - prata
- Trampolim de 1 metro feminino - grupo C
- Paula Rayssa - bronze.
- Trampolim de 3 metros masculino - grupo A
- Isaac Souza - prata.
- Trampolim de 3 metros feminino - grupo A
- Raiana da Silva - prata
- Anna Lucia dos Santos - bronze
- Trampolim de 3 metros masculino - grupo B
- Kawan Pereira - ouro
- Luis Felipe Moura - bronze
- Trampolim de 3 metros feminino - grupo B
- Rebaca Santana - bronze
- Trampolim sincronizado de 3 metros - Grupos A/B
- Isaac Souza e Kawan Pereira – prata

 

Pólo Aquático

 

Sul-Americano juvenil na Colômbia

- Masculino – ouro
- Feminino – ouro.

 

Pan-Americano juvenil em Lima

- Masculino – prata.
- Feminino – prata.

 

Handebol

2016


- Nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016, o handebol conquistou os melhores resutados da história na conpetição. O time feminino foi quinto colocado e o masculino sétimo, vencendo grandes potencias da modalidade.

- A Seleção Brasileira Masculina de Beach Handball é tricampeã mundial e a Feminina tetracampeã

2013

Handebol Feminino

- Em janeiro 2013, a seleção brasileira masculina terminou o Campeonato Mundial Masculino de Handebol, realizado na Espanha, no 13º lugar, melhor posição já conquistada até hoje;

- Em março, a seleção brasileira feminina adulta conquistou, de forma invicta, o título Sul-Americano, em Mar del Plata, Argentina;

- Também invicta, a seleção brasileira masculina júnior conquistou o título Pan-Americano, em Mar del Plata, Argentina. O título classificou a equipe para o Campeonato Mundial, realizado em julho, na Bósnia;

- Em junho de 2013 - Santo Domingo, a seleção brasileira feminina adulta conquistou o Campeonato Pan-Americano, também de forma invicta, o que garantiu a participação no Campeonato Mundial Feminino - Sérvia 2013;

- Na Bósnia, a seleção brasileira masculina júnior terminou em 6º lugar, a melhor colocação da história na categoria em Mundiais, foi a melhor colocada das Américas;Handebol Masculino

- Tricampeã mundial, a seleção brasileira masculina de beach handball conquistou o título Pan-Americano, em Mar del Plata, Argentina, invicta;

- Dezembro de 2013, a seleção brasileira feminina adulta conquistou, na Sérvia, invicta, o título inédito de Campeã Mundial de Handebol em uma final emocionante contra as donas da casa.

Rugby

2017

FOTO RUGBY 2.jpg

O ano de 2017 também teve outras importantes vitórias após o início da parceria entre Brasil Rugby e os Correios.  As Yaras, como são conhecidas as meninas que vestem a camisa do Brasil, no mês de novembro, consagraram-se treze vezes campeãs Sul-americanas de Rugby Sevens (modalidade que está dentro do cronograma olímpico desde 2016), consolidando o rugby brasileiro feminino como a grande potência da América do Sul. Com a conquista do título as brasileiras garantiram pela terceira vez a participação da delegação em uma Copa do Mundo de Rugby Sevens. As outras duas presenças foram em 2009 nos Emirados Árabes Unidos, em Dubai e em 2013, em Moscou na Rússia. A próxima edição da Copa do Mundo de Rugby Sevens acontecerá em junho de 2018, em São Francisco, nos Estados Unidos.

Ainda em 2017 o Brasil teve a sua principal vitória no rugby masculino do ano e uma das mais importantes desde a antiga União Brasileira de Rugby, entidade criada em 1963. Os brasileiros realizaram sua segunda excursão de partidas amistosas dento da Europa onde existem gigantes seleções do Rugby.

Durante a Gira Europeia em novembro, os Tupis enfrentaram Alemanha, Bélgica e Espanha, todos acima do Brasil no ranking da entidade máxima do esporte.
Os Belgas entraram para a história do esporte brasileiro sendo a primeira seleção do Velho Continente que o Brasil derrotou em solo europeu. Os brasileiros já haviam vencido os irmãos portugueses no Pacaembu.

Fechando o calendário de competições em 2017, a Brasil Rugby organizou no Rio de Janeiro pelo quarto ano consecutivo, o Desafio Internacional de Beach Rugby, que é o evento mais importante no cenário do rugby de praia entre seleções, na Praia de Ipanema. As mulheres do Brasil consagraram-se as rainhas da praia conquistando o tetracampeonato. Ainda em dezembro, agora fora do campo, a Brasil Rugby conquistou o Prêmio SOU Do Esporte pelo terceiro ano consecutivo, na categoria de melhor gestão esportiva e transparência entre todas as confederações esportivas olímpicas do Brasil, que ao todo somam 30 entidades.

A grande missão da Brasil Rugby é colocar o país na elite do esporte mundial e colaborar para que o esporte brasileiro seja cada vez mais moderno e eficaz. O objetivo a médio prazo da entidade é a classificação da Seleção Brasileira Masculina para a Copa do Mundo de Rugby xv em 2023 na França.

FOTO RUGBY 3.jpg

FOTO RUGBY 4.jpg

Confederações patrocinadas

 

Confederações